Diabetes emocional existe? Saiba se é verdade ou mito

De fato, diversas patologias surgem por conta do estado emocional do indivíduo, como a fibromialgia, depressão, ansiedade, entre outros. Por isso, há dúvidas sobre a existência de diabetes emocional. Contudo, de acordo com especialistas a “diabetes emocional” não existe. O termo foi criado para justificar o desenvolvimento da doença por conta do estresse ou outro aspecto psicológico.

Segundo a American Psychological Association, o estresse crônico tem relação com um risco maior de desenvolver diabetes do tipo 2. Ainda, a Sociedade Brasileira de Diabetes afirma que os únicos tipos de diabetes oficialmente reconhecidos são Tipo 1,  Tipo 2, Diabetes Gestacional (DMG) e outros tipos de diabetes, que ocorrem por doenças pancreáticas, genéticas ou hormonais.

Quando estamos sob estresse, o corpo entende isso como um sinal urgente de alerta e prepara o organismo para uma fuga. Assim, o sistema nervoso e a glândula pituitária recebem sinais para produzir epinefrina e cortisol – os hormônios do estresse. 

Dessa maneira, esses hormônios são responsáveis por produzir mais glicose no fígado, o que aumenta ainda mais os níveis de açúcar no sangue. 

Portanto, se você fica estressado frequentemente e excessivamente, isso pode alterar os níveis de glicose no sangue e, consequentemente, surgir o diabetes emocional.

Como evitar o desenvolvimento da “diabetes emocional”

Primeiro, é preciso reduzir o estresse. Assim, é importante concentrar-se em dormir de sete a nove horas por noite. Dessa forma, se você não está dormindo o suficiente, consequentemente você ficará mais estressado. Tente definir um alarme no telefone para sinalizar quando é hora de encerrar as atividades e, em seguida, guarde os dispositivos e entre em uma rotina relaxante para dormir.

Durante o dia, concentre-se em outros hábitos que podem ajudar a manter os níveis de estresse baixos. Como, por exemplo, exercitar-se, sair e se envolver em atividades como colorir, desenhar e meditar. Se as redes sociais estão contribuindo para o seu estresse, talvez seja hora de definir alguns limites também.

Dito isso, se você ainda está lutando para controlar o estresse, converse com seu médico ou terapeuta que poderá te ajudar a encontrar maneiras mais eficazes de lidar com o problema.

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